Acontece

Mosquitos da Dengue

Mosquito da dengue Mosquito da dengue Mosquito da dengueA dengue pode ser transmitida por duas espécies de mosquitos (Aëdes aegypti e Aëdes albopictus), que picam durante o dia e a noite, ao contrário do mosquito comum, que pica durante a noite. Os transmissores de dengue, principalmente oAëdes aegypti, proliferam-se dentro ou nas proximidades de habitações (casas, apartamentos, hotéis), em recipientes onde se acumula água limpa (vasos de plantas, pneus velhos, cisternas etc.).

Modo de transmissão

A fêmea pica a pessoa infectada, mantém o vírus na saliva e o retransmite.
A transmissão ocorre pelo ciclo homem-Aedes aegypti-homem. Após a ingestão de sangue infectado pelo inseto fêmea, transcorre na fêmea um período de incubação. Após esse período, o mosquito torna-se apto a transmitir o vírus e assim permanece durante toda a vida. Não há transmissão pelo contato de um doente ou suas secreções com uma pessoa sadia, nem fontes de água ou alimento.

seta O mosquito Aedes aegypti também pode transmitir a febre amarela.

Período de incubação

Varia de 3 a 15 dias, mas tem como média de cinco a seis dias.

O Ciclo do Mosquito

Mosquito da dengue Mosquito da dengue Mosquito da dengue

O ciclo do Aedes aegypti é composto por quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto. As larvas se desenvolvem em água parada, limpa ou suja. Na fase do acasalamento, em que as fêmeas precisam de sangue para garantir o desenvolvimento dos ovos, ocorre a transmissão da doença.

O seu controle é difícil, por ser muito versátil na escolha dos criadouros onde deposita seus ovos, que são extremamente resistentes, podendo sobreviver vários meses até que a chegada de água propicia a incubação. Uma vez imersos, os ovos desenvolvem-se rapidamente em larvas, que dão origem às pupas, das quais surge o adulto.

O único modo possível de evitar a transmissão da dengue é a eliminação do mosquito transmissor.
A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença.

Sintomas da Dengue

Dengue Clássica

Mais Febre alta com início súbito.
Mais Forte dor de cabeça.
Mais Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos.
Mais Perda do paladar e apetite.
Mais Manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores.
Mais Náuseas e vômitos·
Mais Tonturas.
Mais Extremo cansaço.
Mais Moleza e dor no corpo.
Mais Muitas dores nos ossos e articulações.

seta Dengue hemorrágica

Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue comum. A diferença ocorre quando acaba a febre e começam a surgir os sinais de alerta:

Mais Dores abdominais fortes e contínuas.
Mais Vômitos persistentes.
Mais Pele pálida, fria e úmida.
Mais Sangramento pelo nariz, boca e gengivas.
Mais Manchas vermelhas na pele.
Mais Sonolência, agitação e confusão mental.
Mais Sede excessiva e boca seca.
Mais Pulso rápido e fraco.
Mais Dificuldade respiratória.
Mais Perda de consciência.

Na dengue hemorrágica, o quadro clínico se agrava rapidamente, apresentando sinais de insuficiência circulatória e choque, podendo levar a pessoa à morte em até 24 horas. De acordo com estatísticas do Ministério da Saúde, cerca de 5% das pessoas com dengue hemorrágica morrem.

O doente pode apresentar sintomas como febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, náuseas ou até mesmo não apresentar qualquer sintoma. O aparecimento de manchas vermelhas na pele, sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal intensa e contínua e vômitos persistentes podem indicar a evolução para dengue hemorrágica. Esse é um quadro grave que necessita de imediata atenção médica, pois pode ser fatal.

Sintomas
Arte G1

Prevenção

O tempo médio do ciclo é de 5 a 6 dias, e o intervalo entre a picada e a manifestação da doença chama-se período de incubação. É só depois desse período que os sintomas aparecem. Geralmente os sintomas se manifestam a partir do 3° dia depois da picada do mosquitos.

A prevenção é a única arma contra a doença. A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.

Dicas Dicas Dicas

Dicas Dicas Dicas

DicasDicas Dicas Dicas

IX Festa do Peguari – Praia das Neves/Ilha de Maré

Participação: Banda Movimento, Gal do Beco, Grupo Cultural AYÉ OFÔ, Banda Partidão, Cézar Menezes e As Filhas da Mãe 

Esperamos você!

http://peguarifest.blogspot.com/

 

“O Brasil tem uma mão que dá e outra que tira”

00h30m

RICARDO J. RODRIGUES
foto RICARDO J. RODRIGUES
"O Brasil tem uma mão que dá e outra que tira"
Na Ilha de Maré moram nove mil pessoas. Oito mil vivem da Bolsa Família. Não há polícia, saneamento, nem centro de saúde.

“Me ajuda, Messias.” Báu chama o colega para puxar as redes do Rainha das Águas, uma balsa de quatro metros com motor a gasóleo. Há três ou quatro dias que o mar não dá nada, nem para o consumo de casa os homens pescam.

Báu, nome de baptismo António Jorge de Sousa, avisa logo: “Vem leve.” E quando içam a rede confirma-se o pior: uma cavala e dois badejos pequenos, prontamente devolvidos ao Atlântico. Os homens abanam a cabeça e permanecem calados, olhos postos no monstro.

O monstro está ali, do outro lado do canal. São duas chaminés encostadas ao mar do Nordeste, mesmo em frente à Ilha de Maré, uma reserva marinha a Norte de Salvador, na Baía. Desde que a refinaria do Acarajú começou a operar em plena força, há meia dúzia de anos, nove mil ilhéus passaram a afogar-se todos os dias em terra. A poluição e o tráfego marítimo assustaram os peixes, um derrame de petróleo em Abril do ano passado fê-los fugir para outras águas. “A vida aqui já não era fácil. Agora piorou”, atesta Messias do Nascimento.

A ilusão

A Maré é uma das comunidades mais pobres do Nordeste, que por sua vez é a região mais pobre do Brasil. No entanto, quando se larga de barco de São Tomé de Paripe, no continente, e se ensaia a aproximação à ilha, não se adivinha nada menos que o paraíso. Palmeiras por toda a parte, um areal cândido, a água transparente. A ilusão quebra-se pouco depois: aqui também há um inferno. Saneamento não tem, polícia não há e médico só vem às quartas-feiras. Quando vem. O isolamento da Maré é tremendo, pela geografia e pela falta de infra-estruturas. Para pescadores como Báu, que nasceram e cresceram aqui, a questão não precisava de ser um drama, desde que o mar fosse dando qualquer coisa. ” Emprego na ilha não há? “Nada.”

Messias, então, está farto. Passou quatro anos a trabalhar nas obras em Salvador para investir num barco. “Eu não bebia, não procurava mulher, comia barato e só saía no Carnaval. Juntei tudinho o que eu pude porque queria viver na minha ilha, viver do mar.” As dívidas acumularam-se, não tarda nada vai ter de vender a Rainha das Águas. “O meu sonho virou desgraça. Antes eu era pobre, agora sou miserável.”

O que diz Joana Lima, que é assistente social e se instalou há seis meses na ilha? “Olha, me mandaram trabalhar com as famílias que estão em situação de vulnerabilidade. O problema é que todo mundo na Ilha de Maré está em situação de vulnerabilidade. Há oito mil habitantes auferindo do programa, numa população de nove mil. Como é que a gente faz?”

O suspiro de José Esteves é profundo, preocupado. Pescador decano, não se conforma com um mar seco. “Quase a totalidade da população da Ilha vivia do peixe e do marisco. Depois veio o desenvolvimento industrial. Agora vive tudo da Bolsa Família. Isso é que é progresso? O Brasil tem uma mão que dá e outra que tira.”

Nem todos concordam com ele. Para muita gente, o rendimento mínimo criado nos governos Lula é a única tábua de salvação contra o desespero. Olha a Ieda Rufino, que tem um marido sem trabalho e dois filhos para criar. “Deram 90 reais por mês para a gente, aí eu pude botar os meus filhos na banca. É isso mesmo, estou apostando: eles agora podem ir na escola e um dia vão salvar a gente. Antes não podiam, não tinha jeito de eu pagar a merenda deles todo o santo dia.”

Maré sem água

A embarcação que liga a ilha ao mundo circula três vezes ao dia, sem horário estabelecido. Sai do porto quando enche e vem sempre carregada de produtos frescos. Os vizinhos organizam-se, fazem as encomendas entre si, depois vai alguém a terra e traz mercadoria para todos.

De pobreza também fala o papel que Rita Guimarães traz na mão. É uma fanzine escrita à mão pelos populares da ilha, o Maré Paraíso. Tem cinco artigos e três falam da falta de água. O trabalho dela é ensinar as pessoas a racionar, porque a Maré não tem que chegue para todos. “A meio do dia acaba a água e não volta. Além disso, as fossas vão directas para o mar e os esgotos correm a céu aberto para a praia. É uma fonte de doenças. Quem trata as doenças?” O médico, que vem uma vez por semana. “Pelo menos um décimo das crianças da ilha nasceram em barcas, a caminho do hospital.”

Ao meio-dia está marcado um plenário na sede da Comunidade de Pescadores de Ilha de Maré. A reunião devia ter começado há mais de meia hora, a sala está à pinha e faz um calor de derreter os ossos. Ainda assim o povo espera, sem queixume. Há homens que não podem estar presentes, andam ao mar mas não na pesca. Desde o derrame, os pescadores revezam-se a fazer vigílias. Saem duas barcas da Maré e estacionam em frente à refinaria do Aracajú.

“Camaradas, a luta continua.” Marizélia Lopes, presidente da comunidade, abre a sessão. Arranca um aplauso no momento em que fala do último protesto dos pescadores contra a refinaria. Saíram mais de 500 pessoas, estacionaram as barcas e deixaram-se ficar. As autoridades marítimas ordenaram retorno à ilha, eles não quebraram. A vitória chegou pouco depois: um cargueiro fartou-se da espera e teve mesmo de voltar atrás. Foram 150 mil reais de prejuízo para a petrolífera. “Essa gente só entende a linguagem do dinheiro”, e Marizélia levanta-se outra vez da cadeira, empolgada. “Nós podemos até ser pobres, mas estamos vivos. Não vamos afundar sem dar luta.” Minutos mais tarde, rouca de tanto gritar, vira-se para este jornalista e diz-lhe baixinho: “A gente não tem escapatória, não sabe mais o que fazer. Vai lá e fala de nós, porque ninguém fala nunca. Conta para o mundo como o Brasil esqueceu a gente”.

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1676302

Pescadores e marisqueiros fecham

entrada do Porto de Aratu em

protesto

A TARDE On Line*

Cerca de 400 pescadores e marisqueiros da Ilha de Maré, na Baía de Todos-os-Santos, realizam manifestação na entrada do Porto de Aratu, próximo à entrada do canal de Cotegipe, nesta terça-feira, 21. Queimando pneus e galhos de árvores, os trabalhadores fecharam o acesso ao porto impedindo a entrada de caminhões. Por causa do protesto, um congestionamento de pelo menos 5 km é registrado no local.

Segundo a presidente da colônia de pescadores da Ilha de Maré, Marizélia Lopes, o objetivo do movimento é protestar contra a dragagem, técnica de engenharia utilizada para remoção do solo no fundo do mar com intuito de aumentar a profundidade do porto. A obra está sendo realizada pelo Ministério dos Portos em parceria com o Governo do Estado para proporcionar o atracamento de embarcações de grande porte em Aratu.

De acordo com os manifestantes, os trabalhos estão causando a mortandade dos peixes e prejudicando a maré. Para resolver o impasse, o presidente da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), Renato Teles, está no local e afirma que irá negociar com os pescadores o encarramento do protesto.

* Com informações de George Brito / A Tarde

Pescadores terão aulas de ensino à distância

O ministro da Pesca e Aquicultura, Altemir Gregolin, dará a aula inaugural dos cursos à distância

14.09.2010 | Atualizado em 14.09.2010 – 02:38

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Redação CORREIO

Pescadores de Maraú, Taperoá, São Francisco do Conde e Ilha de Maré terão aulas de Curso Técnico em Pesca e em Aquicultura pela internet a partir das 9h de terça-feira (14). O objetivo é oportunizar a formação geral e técnica em pesca e aquicultura, ampliando a qualificação de jovens e adultos.

O ministro da Pesca e Aquicultura, Altemir Gregolin, dará a aula inaugural dos cursos à distância. O curso será transmitido, ao vivo, para 50 Telecentros da Pesca Maré em comunidades de todo o país. Essa proposta terá duração de dois anos, com 2000 vagas distribuídas em 26 estados de todo o Brasil. As informações são do Ibahia.


PET Elétrica e Medicina: Projeto Ilha de Maré – Faça a diferença

Formada exclusivamente por marisquieros, agricultores familiares e artesãos, a comunidade quilombola Ilha de Maré, localizada em uma ilha na vizinhaça da região metropolitana de Salvador, sofre com diversos problemas ambientais, de infra-estrutura e de saúde. Há, entretanto, um problema ainda maior que a aflinge: o descaso e esquecimento por parte do poder público e da sociedade.

Com o intuito de trazer a universidade na luta contra esses problemas, o PET-Elétrica, em conjunto com o PET-Medicina, resolveram lançar o Projeto Ilha de Maré, que consiste de ações de diversos tipos dentro e fora da comunidade.

Uma dessas ações, a ser realizada pelo PET-Elétrica, consiste na criação de um ASBC (Aquecedor Solar de Baixo Custo) construído com GARRAFAS PET DE 2 LITROS e CAIXAS DE LEITE TETRAPAK DE 1 LITRO.

O ASBC auxiliará os marisqueiros da ilha na lavagem e cozimento de seu pescado através do aquecimento da água por energia solar (base da tecnologia do ASBC). Além de dar maior infra-estrutura às atividades dos marisqueiros e apresentá-los a tecnologias limpas, esse aquecedor ainda visa diminuir a utilização de lenha para o aquecimento dos alimentos na ilha, trazendo assim benefícios ambientais para todos nós.

Assim, para obter a matéria-prima de nosso ASBC, o PET-Elétrica está promovendo a campanha “PET Recolhe PET’s”. Esta irá recolher doações das CAIXAS DE LEITE TETRAPAK DE 1 LITRO e GARRAFAS PET DE 2 LITROS.

Para contribuir com a campanha, basta trazer sua doação para um dos seguintes postos de recolhimento: sala do PET-Elétrica (Escola Politécnica, 4º andar, Departamento de Engenharia Elétrica, sala 19) ou sede da EletroJr (Escola Politécnica, 7º andar, hall dos elevadores).

Vale ainda ressaltar que, como incentivo a sua doação, o PET-Elétrica estará promovendo, no dia 17/05/2010, O SORTEIO DE 5 PEN-DRIVES AOS DOADORES. A cada 5 itens doados você ganha um cupom para concorrer ao sorteio.

Sendo assim, vá a luta, faça a diferença!
Contamos com você!

http://cacetufba.wordpress.com/2010/05/07/pet-eletrica-e-medicina-projeto-ilha-de-mare-faca-a-diferenca/

REDE BAHIA REVISTA

Anna Valéria e a equipe do Rede Bahia Revista visitam Ilha de Maré.

Anna Valéria e a equipe do Rede Bahia Revista visitam Ilha de Maré.

Equipe do RBR visita Ilha de Maré

Uma gente hospitaleira, sorriso escancarado. Essa é a impressão que carregamos, eu e minha equipe, sobre a Ilha de Maré.
Lá o tempo passa lento, meio preguiçoso, mas o povo é trabalhador.
A natureza tratou de encantar o lugar com praias de água mansa e muito cristalina.

A falta de uma ponte para atracação dos barcos não tira o bom humor de quem usa as embarcações como meio cotidiano de transporte.
Nas fotos que seguem vocês vão poder acompanhar parte dos bastidores desses dias fantásticos que passamos na ilha para fazer a nossa matéria.
Os nativos da ilha fazem questão de dedicar um tempo a nos seduzir com histórias da vida do lugar.

Eu, o cinegrafista Alberto Luciano e o operador Paulino Silva.
registramos nosso deslocamento no jegue tour, a queda dos dois nas pedras do desembarque, as imensas arraias fruto da pescaria de seu Chico. Enfim fotografamos tudo. Você é nosso convidado.

http://www.portalibahia.com.br/blogs/redebahiarevista/?p=641


SPM em Ilha de Maré

O enfrentamento das desigualdades de gênero passou a ser objeto de ações governamentais no Município de Salvador, com a criação e implantação da Superintendência de Políticas para as Mulheres (SPM), em 2005, atendendo a aspiração antiga do movimento de mulheres em Salvador. Para realizar suas finalidades, a SPM, como todo órgão de políticas afirmativas, tem a característica essencial de articulação, principalmente intersetorial, incorporando, em todas as ações implementadas, a questão gênero.

Os três anos de existência da SPM foram marcados por avanços firmes da implementação do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres em Salvador, destacadamente no eixo do “Enfrentamento à Violência contra a Mulher”, com a participação decisiva da Prefeitura Municipal de Salvador no fortalecimento da articulação em rede dos serviços de atenção às mulheres em situação de violência. Destacamos especialmente, neste eixo, o aumento da procura pelo Centro de Referência Loreta Valadares – Prevenção e Atenção às Mulheres em Situação de Violência (CRLV), cuja demanda pelos serviços que oferece triplicou desde que foi implantado, há dois anos.

Em 2007 as mulheres de Salvador realizaram uma Conferência Municipal que contou, pela primeira vez, com a efetiva participação e apoio do Governo da Cidade. A II Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres (II CMPM) teve investimento significativo do Município e de parceiros. Foi realizada com a presença da Ministra Nilcéa Freire, no principal espaço de eventos da cidade, ampliando sua visibilidade para além dos espaços tradicionais de discussão das políticas para as mulheres.

Projetos como o “Acerto de Contas”, iniciado em 2005, e o “Promotoras de Saúde”, concluído em 2007, representaram a qualificação da participação das mulheres de bairros populares nas instâncias de controle social. Da mesma forma, o projeto “Gênero e Inclusão Digital” representou a inserção deste segmento no mundo digital. Os desafios ainda são grandes. Entendemos que o enfrentamento das desigualdades de gênero é de crucial importância em Salvador, onde as discriminações de gênero e raça têm atuado como eixos estruturantes dos padrões de desigualdade e exclusão social.

A abrangência das políticas para as mulheres e o seu êxito repercutirá positivamente no sucesso de toda a administração municipal.

http://www.spm.salvador.ba.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=28&Itemid=57

Campanha Violência contra a Mulher - Botelho/ Ilha de Maré

Campanha Violência contra a Mulher - Botelho/ Ilha de Maré

Foi revelado o maior barco do mundo que é movido a energia solar, o nome dele é PlanetSolar que tem 31 metros de comprimento por 15 de largura e seus design feito para alcançar grandes velocidades. 

Dentro do barco até 50 passageiros podem se acomodar e no teto do barco, para gerar energia estão 500 metros quadrados de paínéis solares com um total de 38.000 células nesses painéis.

O peso também é enorme, 60 toneladas e custou cerca de 24 milhões de dólares. O barco dará um passeio pelo mundo todo em 2011.

Lindo esse barco, não?

Quer ver mais? Fotos, vídeos e até wallpapers no site oficial: http://www.planetsolar.org/index.en.php

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